quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Luto va em Paz Mestre João Pequeno De Pastinha ..fui morar com DEUS.

Luto
na capoeira: Morre Mestre João Pequeno de Pastinha, um dos maiores mestres de capoeira da história!


O mestre João Pereira dos Santos, mais conhecido como João
Pequeno de Pastinha, morreu na tarde desta sexta-feira (9) aos 93 anos, 79
deles dedicados à capoeira. O corpo do capoeirista, que faleceu vítima de
complicações decorrentes de uma infecção intestinal, será enterrado neste
sábado (10), às 16h, no cemitério Bosque da Paz, em Salvador. Mestre João
Pequeno é o mais antigo discípulo de Mestre Pastinha, considerado o grande difusor
da capoeira angola no país. Ele nasceu no município de Araci e, aos 25 anos,
mudou-se para a capital baiana,  onde se inscreveu no Centro Esportivo de
Capoeira Angola, coordenado por Mestre Pastinha, e começou a praticar a arte. O
capoeirista completaria 94 anos no dia 27 deste mês.


VÁ EM PAZ MESTRE, QUE DEUS ILUMINE SUA ALMA.
AXÉ

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

UM POUCO DA HISTORIA DOS MESTRES



História
A vida de Waldemar como capoeirista e mestre de capoeira começa na década de 1940, onde ele implanta um barracão na invasão do Corta-Braço, futuro bairro da Liberdade, onde joga-se capoeira todos os domingos, também ensinando na rampa do mercado na cidade baixa. Praticava uma diversidade de capoeira, dos mais lentos aos mais combativos, com afirmada preferência para os mais lentos[1].
Durante a década de 1950, a capoeira dele na Liberdade atrai acadêmicos, artistas e jornalistas. Os etnólogos Anthony Leeds em 1950 e Simone Dreyfus em 1955 gravam o som dos berimbaus. O escultor Mário Cravo e o pintor Carybé, também capoeiristas, freqüentam o barracão. Mais tarde, a maior parte dos renomados capoeiristas afirmam ter grande influência na capoeira de Waldemar, na de Mestre Cobrinha Verde do bairro de Nordeste de Amaralina até na de Mestre Bimba.
De acordo com Albano Marinho de Oliveira (1956), o grupo da Liberdade começou a cantar longos solos antes do jogo (hoje chamados ladainhas). O próprio Waldemar reivindicou, em depoimento a Kay Shaffer, ter inventado de pintar o berimbau. A fabricação e venda para os turistas de berimbau foi uma fonte de renda para mestre Waldemar.
Waldemar, como bom capoeirista, andou na sombra. Ficou discreto sobre suas atividades e breve em sua fala. Mal existem fotos dele antes de velho. Não procurou a fama e, apesar de seu notado talento de cantor e de tocador de berimbau, não integrou muito o mercado de espetáculo turístico. Também, a música que se escuta nas gravações de 1950 e 1955 é coletiva, sempre tendo, ao menos, um dialogo de dois berimbaus.
Velho e impossibilitado de jogar capoeira e de tocar berimbau pela doença de Parkinson, Waldemar ainda aproveitou um pouco do movimento de resgate das tradições dos anos 1980, cantando em diversas ocasiões e gravando CD com Mestre Canjiquinha.
Na Bahia existem um bairro e uma rua que recebem seu nome.

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Capoeirista e o jogador de capoeira .

O Capoeirista e o jogador de capoeira .


O primeiro aprende, o segundo treina.
Um ama, o outro gosta.
O capoeirista tece com sua vida a consciência de “ ser humano “
e o amor pela liberdade com responsabilidade.

O jogador de capoeira, luta, bate, apanha...transpira.
mas logo descansa e enfadado da lida, 
se aposenta...desiste!
O capoeirista é eterno.
O jogador de capoeira, fugaz.

O capoeirista sofre com a injustiça, tem sentimento.
O jogador de capoeira, fútil, não percebe
que o fundamental da vida é a reciprocidade do bem.

O capoeirista é fraco, frágil, resistente, eterno.
O jogador de capoeira é forte, quase invencível, 
efêmero, passageiro.

O jogador de capoeira luta anos, para aprender a lição.
O capoeirista aprende a lição e luta para que os outros,
seus camaradas, sigam o caminho.

Um, é eleito pelo reconhecimento 
Da comunidade e de seus discípulos.
O outro, pelo temor de seus inimigos e admiradores...

O primeiro é sábio, reflete
o segundo inteligente, pensa.
Um é intuitivo, o outro, instintivo.

O jogador de capoeira, bate, ataca, fere.
O capoeirista, se defende, esquiva, resiste.

O jogador de capoeira se limita a um padrão.
O capoeirista é livre para criar.
A um pertence a criatividade, 
ao outro o automatismo.

Um aprende de fora para dentro, passa pela vida.
O outro de dentro para fora, vive.
O primeiro é comandado pelo espírito,
o segundo pelo corpo.

Suas tendências são similares,
suas finalidades antagônicas.

É a sutil diferença,
do belo para o bruto.
Da lágrima para o suor,
da emoção para o leviano.

O capoeirista, traz consigo o compromisso
De 400 anos de história, regada a dor,
sofrimento e do desejo de vencer.
O jogador de capoeira, só de seu tempo de treino,
Inspirado pelo anarquismo e a vã ditadura.

A história clama por reflexão, o treino por pulsação...

Um sente com o coração, com a alma.
O outro sente com o pulso, com as veias.

Um será Mestre.
O outro será corda vermelha ou branca ou preta, sei lá !!!

O primeiro será homem,
o segundo lutador.

Um dominará a sabedoria da vida,
com os seus atos e pensamentos.
O outro viverá da força física,
com a vitalidade, de seus músculos.

A mente é eterna, o corpo, temporário.
O homem tem que crescer, não inchar.

O capoeirista, procura aprender 
com as lições da vida, a eterna faculdade.
O jogador de capoeira, precisa de disciplina para se impor.

O primeiro é melancólico, profundo, circunspecto.
O segundo é alegre, confiante, mordaz.

O capoeirista, é um poeta, um filósofo.
O jogador de capoeira...
é só um jogador de capoeira...

Um precisa da fé em Deus.
O outro do incentivo da platéia.

Um é subjetivo, transcendente.
O outro é objetivo, ambíguo.
Em um, a ânsia de aprender cada vez mais, floresce seus dias.
No outro, o desejo de ser o melhor, consome sua vida.

A um, está destinado o domínio da vida
pelo amor e a doação de si mesmo aos outros,
pois quem está vivo, produz vida !
o outro, está entregue ao enfado de viver do cansaço da vida,
na eterna indiferença.

O capoeirista, segue as estrelas e voa.
O jogador de capoeira, se seus próprios passos
e se vacilar, pode tropeçar.

No semblante do primeiro
brilha a força de Zumbi,
a determinação de Bimba,
e a esperança de Pastinha.
No semblante do outro, brilha ofuscado seu próprio reflexo.

Um vê a luz da vida...e sorri.
O outro, só vê sua própria sombra,
prolongada no chão, e sisudo e orgulhoso
do pouco que vê, sarcástico, sorri...

Um está de frente para o sol.
O outro, permanece de costas.

Mas um dia, os dois poderão ser um só.

Primeiro, na expectativa de fluir
o desejo de aprender, do jogador de capoeira.
E da máxima valia, que é a característica de um Mestre,
Aquele profundo desejo, a sabedoria de ensinar.

Encerramento do programa mais educação na escola Jose Gurgel Grupo herança da Capoeira


Foi nesta sexta feira dia 02 de Dezembro na escola Jose Gurgel no bairro recreio teve o encerramento do programa mais educação na responsabilidade do mestrando desastrado  que contou com a presença do graduado Daniel e seus alunos do grupo cordão de ouro  
       
Rato,mudin,bosquin,estilo,rolinha mirim,Everaldo,sara,gordin,fumassa e Jet lee
Graduado Daniel e Mudin
                                                        Graduado Daniel e Mudin
                                                      Graduado Daniel e Everaldo
                                                           Mudin e Bosquin
       
                                  
                                                                 Estilo e Fumaça
                                                         Graduado Daniel e Rato
  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Musica da 3º edição Sertão Tem Mandinga Intrutor Galego em Santa Luzia

O sertão tem mandinga

E sertão tem mandinga sertão tem dendê
Aqui na Paraíba em santa Luzia o chão vai tremer
Coro
E o mestre Irani que vem La de natal pra
Mostra pra galera que sua capoeira e regional
E sertão tem mandinga sertão tem dendê
Aqui na Paraíba em santa Luzia o chão vai tremer
                                                                           Coro
Passei na Bahia parei  em natal 
Aqui em santa Luzia essa galera  levanta o astral
E sertão tem mandinga sertão tem dendê
Aqui na Paraíba em santa Luzia o chão vai tremer
Coro
Eu jogo miudinho meu mestre me ensinou
Sou cordão de ouro mestre suassuna mestre de valor
E sertão tem mandinga sertão tem dendê
Aqui na Paraíba em santa Luzia o chão vai tremer
Coro
Agora vou termina eu conto pra você
Aqui em santa Luzia essa galera levanta o dendê
E sertão tem mandinga sertão tem dendê
Aqui na Paraíba em santa Luzia o chão vai tremer
Coro